Empresas
Hub de carregamento elétrico: o estacionamento como receita
Transforme o estacionamento numa fonte de rendimento — frota própria, clientes e colaboradores, e rede pública de carregamento.
- Análise gratuita
- Sem compromisso
- Resposta em 48 h
- Portugal continental
Três utilizações no mesmo investimento
Um hub de carregamento raramente serve um só propósito. A frota da empresa carrega durante a noite, ao preço mais baixo. Os colaboradores carregam durante o horário de trabalho. E os clientes — ou o público em geral — carregam quando o espaço é aberto à rede pública, gerando receita.
É esta sobreposição que muda a conta: o mesmo equipamento resolve um custo operacional, um benefício para a equipa e uma nova linha de receita.
O que envolve
- Dimensionamento face à potência disponível e ao número de lugares
- Ligação à rede e reforço de potência, quando necessário
- Instalação dos carregadores
- Plataforma de gestão, controlo de acessos e faturação automática
- Combinação com produção solar no local, quando existe
Combinado com solar no mesmo local
Quando a empresa já produz energia solar, ou pondera produzir, o carregamento elétrico é um dos melhores destinos para essa produção: o consumo acontece durante o dia, exatamente quando os painéis produzem.
Nesses casos avaliamos as duas soluções em conjunto, porque o dimensionamento de uma influencia o da outra.
Para que tipo de espaços faz sentido
Hotéis, superfícies comerciais, parques industriais, centros logísticos, clínicas e escritórios com estacionamento próprio. O critério não é a dimensão do espaço, mas o tempo médio de permanência dos veículos.
A conta que interessa fazer
Um hub de carregamento avalia-se por três fluxos que raramente aparecem juntos numa proposta comercial: o custo evitado na frota própria, o valor do benefício dado a colaboradores, e a receita gerada por terceiros.
Um estacionamento de hotel ou de retail park tem o padrão mais favorável: veículos que ficam parados horas, num local com procura de carregamento e sem concorrência imediata. Um parque industrial com frota própria tem outro padrão — carregamento noturno, ao preço mais baixo, com previsibilidade total.
O que condiciona o projeto
- A potência disponível na instalação e o custo de a reforçar, quando necessário
- O número de lugares e o tempo médio de permanência dos veículos
- A distância entre o quadro elétrico e os pontos de carregamento
- O tipo de utilização: frota, colaboradores, clientes ou rede pública
- A existência, atual ou prevista, de produção solar no local
Gestão e faturação
A plataforma controla quem carrega, quando e a que preço. Permite distinguir frota, colaboradores e público, aplicar tarifas diferentes a cada grupo e emitir a faturação automaticamente.
É esta camada que transforma um conjunto de carregadores num serviço. Sem ela, o equipamento é um custo; com ela, é uma operação com receita e controlo.
Perguntas frequentes
É preciso reforçar a potência do contrato?
Depende da potência disponível e do número de pontos de carregamento pretendido. Faz parte do dimensionamento e é avaliado antes de qualquer proposta.
Como é feita a faturação a terceiros?
Através da plataforma de gestão, que controla os acessos e emite a faturação de forma automática, distinguindo frota, colaboradores e público.
Posso instalar só para a frota, sem abrir ao público?
Sim. A abertura à rede pública é uma opção, não uma obrigação — e pode ser ativada mais tarde.
Quanto tempo demora a instalação?
Depende sobretudo da ligação à rede e de ser ou não necessário reforço de potência. O dimensionamento indica o prazo antes de qualquer compromisso.