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Hub de carregamento elétrico: o estacionamento como receita

Transforme o estacionamento numa fonte de rendimento — frota própria, clientes e colaboradores, e rede pública de carregamento.

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Três utilizações no mesmo investimento

Um hub de carregamento raramente serve um só propósito. A frota da empresa carrega durante a noite, ao preço mais baixo. Os colaboradores carregam durante o horário de trabalho. E os clientes — ou o público em geral — carregam quando o espaço é aberto à rede pública, gerando receita.

É esta sobreposição que muda a conta: o mesmo equipamento resolve um custo operacional, um benefício para a equipa e uma nova linha de receita.

O que envolve

  • Dimensionamento face à potência disponível e ao número de lugares
  • Ligação à rede e reforço de potência, quando necessário
  • Instalação dos carregadores
  • Plataforma de gestão, controlo de acessos e faturação automática
  • Combinação com produção solar no local, quando existe

Combinado com solar no mesmo local

Quando a empresa já produz energia solar, ou pondera produzir, o carregamento elétrico é um dos melhores destinos para essa produção: o consumo acontece durante o dia, exatamente quando os painéis produzem.

Nesses casos avaliamos as duas soluções em conjunto, porque o dimensionamento de uma influencia o da outra.

Para que tipo de espaços faz sentido

Hotéis, superfícies comerciais, parques industriais, centros logísticos, clínicas e escritórios com estacionamento próprio. O critério não é a dimensão do espaço, mas o tempo médio de permanência dos veículos.

A conta que interessa fazer

Um hub de carregamento avalia-se por três fluxos que raramente aparecem juntos numa proposta comercial: o custo evitado na frota própria, o valor do benefício dado a colaboradores, e a receita gerada por terceiros.

Um estacionamento de hotel ou de retail park tem o padrão mais favorável: veículos que ficam parados horas, num local com procura de carregamento e sem concorrência imediata. Um parque industrial com frota própria tem outro padrão — carregamento noturno, ao preço mais baixo, com previsibilidade total.

O que condiciona o projeto

  • A potência disponível na instalação e o custo de a reforçar, quando necessário
  • O número de lugares e o tempo médio de permanência dos veículos
  • A distância entre o quadro elétrico e os pontos de carregamento
  • O tipo de utilização: frota, colaboradores, clientes ou rede pública
  • A existência, atual ou prevista, de produção solar no local

Gestão e faturação

A plataforma controla quem carrega, quando e a que preço. Permite distinguir frota, colaboradores e público, aplicar tarifas diferentes a cada grupo e emitir a faturação automaticamente.

É esta camada que transforma um conjunto de carregadores num serviço. Sem ela, o equipamento é um custo; com ela, é uma operação com receita e controlo.

Perguntas frequentes

É preciso reforçar a potência do contrato?

Depende da potência disponível e do número de pontos de carregamento pretendido. Faz parte do dimensionamento e é avaliado antes de qualquer proposta.

Como é feita a faturação a terceiros?

Através da plataforma de gestão, que controla os acessos e emite a faturação de forma automática, distinguindo frota, colaboradores e público.

Posso instalar só para a frota, sem abrir ao público?

Sim. A abertura à rede pública é uma opção, não uma obrigação — e pode ser ativada mais tarde.

Quanto tempo demora a instalação?

Depende sobretudo da ligação à rede e de ser ou não necessário reforço de potência. O dimensionamento indica o prazo antes de qualquer compromisso.

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